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Archive for the ‘open source’ Category

[ibm adota openoffice]

Seg, 14 Set 2009, 256 Andre Deixe um comentário

Apenas um minifeed. Os funcionários da IBM alemã que já estavam em um processo de migração do MS Office para o Lotus Office (variante do OpenOffice) receberam um ultimato da diretoria da empresa que anunciou o prazo máximo de dez dias para o abandono completo da suíte M$. Além de abandonar o kit proprietário da Microsoft, a IBM passa a apoiar abertamente o formato de documentação livre ODF, em lugar dos proprietários .doc, .docx, .xls e etc.

[MS ColdPlot]

Sex, 11 Set 2009, 253 Andre Deixe um comentário

Está na blogosfera. A Microsoft lançou ontem a fundação CodePlex com o intuito de

enable the exchange of code and understanding among software companies and open source communities.

Somando isto ao fato de que recentemente a M$ contribuiu pela primeira vez com linhas de código para o kernel do Linux, está abrindo mão de algumas patentes em favor do software livre e vem apoiando a adoção de um formato livre para documentos de escritório, torna-se nítido que estamos entrando em uma nova fase. Porém qual nova fase?

Conheça a História e a História vos dirá. A nova fase, não é a da sagração do software livre, mas a da tentativa, espero que sem sucesso, de corrosão do movimento.

Quando o movimento do software livre se iniciou, ou melhor, quando o GNU/Linux começou a sair do nicho dos über hackers e alcançar os meros geeks do dia-a-dia, a Microsoft saiu em claro ataque ao movimento, taxando-o até mesmo de câncer. Durante os anos que se seguiram, embora o software livre não apresentasse ameaça real ao monopólio global da empresa no mercado de softwares, a companhia de Bill Gates manteve sempre uma postura de repúdio à ideologia livre do movimento, espalhando FUD pela internet e mídia especializada, usando suas patentes para atacar os desenvolvedores de código livre, tentando abertamente sufocar o movimento.

O que, então, teria acontecido para que de inimiga do código livre a empresa, de repente, passasse a “apoiar” com o movimento?

O que aconteceu foi que a estratégia inicial se mostrou ineficaz e a companhia foi forçada a uma mudança de estratégia. Não obstante os constantes ataques ao movimento, o software livre tem se mostrado resistente e vem crescendo, lenta, porém constantemente, e começa a sair dos núcleos geeks e alcançar os meros usuários, começa a chamar a atenção de um público maior. Basta ver as estatísticas de um Firefox, de um OpenOffice, das distros GNU/Linux, principalmente após o nascimento do Ubuntu e a aparição dos Netbooks, bem como o crescente apoio governamental às iniciativas open source para perceber o crescimento do software livre e a ineficácia do enfrentamento ostensivo até então adotado pela Microsoft. Não apenas, mas também é relevante o fato de que outras empresas de peso têm contribuído ativamente para o desenvolvimento do software livre, de forma que nem mesmo a M$ tem poder o bastante para estrangular o movimento.

Como diz o ditado popular, “se não pode vencê-los, junte-se a eles”. Porém, não exatamente.

Sendo incapaz de extinguir o software livre ou manter o jogo nos moldes em que se desenvolveu nos anos 90, a empresa agora dá sinais de começa a adotar uma tática comum quando há uma ameaça de mudança de paradigma: aliar-se para controlar ou, ao menos, conter os limites da mudança. A estratégia não é nova. Em diversos momentos da história, quando uma elite se sentiu ameaçada por um movimento popular, que foi incapaz de reprimir, assumiu uma postura de liderança do movimento, para, do interior, minar seus efeitos. Aconteceu na revolução francesa, com a burguesia liderando as massas para controlá-las e garantir que caísse o regime político, sem prejuízo da estrutura de dominação econômica. Aconteceu também no Brasil, onde as transições colônia-império, império-república e ditadura-república contaram sempre com a direção de uma elite, antes contrária ao regime que agora apóia.

Não é que a Microsoft tenha mudado. Não é que agora tenha percebido que seu modelo de apropriação do conhecimento era prejudicial à sociedade. Não é que tenha se convencido da necessidade de liberdade em software. É apenas que ela têm percebido que a mudança pode ocorrer mesmo com seus esforços em sentido contrário. Então, se for para acontecer, que aconteça com ela no comando, que aconteça segundo as suas diretrizes.

Não, não é paranóia, não, não é teoria da conspiração. Se a M$ tivesse realmente interesse em contribuir com a comunidade, o passo mais óbvio seria fazer o que todos os que querem contribuir fazem: dão suporte, financeiro, técnico ou ideológico a uma comunidade já organizada. Quisesse a M$ colaborar com a comunidade, o passo mais óbvio seria que tivesse alocado o capital na Free Software Foundation, na Open Source Alliance, no Gnome, no Debian, na Linux Foundation, etc. Tivesse em mente uma vontade de mudança, adotaria para seus softwares as licenças GNU, BSD ou outra aprovada pela OSI ou pela FSF, não criaria seu próprio rol de “licenças livres M$”, lançando apenas alguns códigos com estas licenças e mantendo fechados seus softwares e exigindo a anuência dos usuários com seus EULAs. Quisesse favorecer o software livre, teria contribuído com o Wine para que os softwares Windows rodassem facilmente nos kernels Linux, ao invés de lançar linhas de código no kernel para garantir que o Windows funcione bem quando virtualizado nele. Fosse favorável à liberdade, contribuiria para a adoção do ODF e sua interoperabilidade com o seu pacote Office, ao invés de lançar seu próprio formato livre e boicotar as funções dos arquivos criados pelo OpenOffice quando transpostos para o MSOffice.

O próprio FAQ do site deixa essa visão clara:

We wanted a foundation that addresses a full spectrum of software projects, and does so with the licensing and intellectual property needs of commercial software companies in mind.

The Foundation Charter will spell out the types of projects that the Foundation works with, and the types of relationships projects may have to the foundation.

We know that commercial software developers are under-represented on open source projects. We know that commercial software companies face very specific challenges in determining how to engage with open source communities. We know that there are misunderstandings on both sides. Our aim is to advance the IT industry for both commercial software companies and open source communities by helping to meet these challenges.

Meeting these challenges is a collaborative process. We want your participation.

Ou seja, eles querem formar uma organização que seja responsável pela mais completa gama de projetos livres, de acordo com os interesses das empresas de softwares, na qual eles escolherão quais projetos merecem atenção e, a cereja do bolo, eles querem a nossa participação. A fundação mal começou e já pretende ser o centro. Não são eles que estão aderindo ao movimento que já existe, somos nós que devemos aderir à liderança que eles estão propondo.

A própria linguagem do site deixa clara a intenção de perverter o movimento. Não há uma menção sequer à palavra “free“, tratando-se sempre de “open source”, o que se afasta mais da ideologia e de sua incompatibilidade do tipo de mudança que eles estão propondo. Falam ainda de “intellectual property“, uma expressão duramente atacada por R. Stallman e pela FSF, que foram os primeiros fautores de uma mudança. Há também uma contraposição muito nítida entre a “comunidade” e as empresas, muito diferente da aproximação de companhias como a RedHat e a Canonical, que de fato vêm mostrando como é possível fazer negócio com software livre. Software Livre, não aberto.

Aliás, ao contrário de outras organizações como o Debian que têm propostas muito claras em um estatuto social bem definido, no CodePlex:

The most important document, the Codeplex Foundation Charter, doesn’t even exist in draft form yet.

Como dito, a idéia de aderir para controlar não é nova. Apropriações indevidas como esta já foram feitas outras vezes na história. Pense no nazismo. O partido de Hitler era o do Nationalsozialismus, ou seja, do Socialismo Nacional. Da mesma forma, o partido da ditadura no Brasil era o PSD, Partido Democrático Social e o Partido Liberal do império era escravista e conservador. A Microsoft quer colaborar com o software livre tanto quanto os nazistas queriam colaborar com o socialismo, os militares com a democracia e os escravocratas com o liberalismo.

Inicia-se agora uma etapa muito mais delicada que a anterior. Nesta nova fase a comunidade tem que se preocupar não apenas em sobreviver, mas em não deixar com que seus opositores, sob a falácia das boas intenções, tomem as rédeas do seu movimento de mudança estrutural para torná-lo mera perfumaria.

ADENDO: RMS pronunciou-se oficialmente sobre o lançamento do Codeplex, o que gerou uma curiosa réplica de Miguel de Icaza. Interessante perceber que Icaza limita-se a atacar Stallman taxando-o de maniqueísta, sem, em momento algum, confrontar suas premissas éticas e suas assertivas a respeito do compromentimento estratégico (leia-se, enfraquecimento) que a iniciativa pode gerar. O Groklaw também publicou uma matéria sobre o assunto.

[maemo oder mais do mesmo]

Sex, 28 Ago 2009, 239 Andre Deixe um comentário

Meu sonho de consumo ainda é o Open Moko, mas é impossível que um freetard como eu não se maravilhe com a chegada do Nokia N900 com o sistema Maemo.

O Maemo é um sistema operacional para “computadores de bolso“, esses aparelhos que alguns chamam de celular, outros de smartphones e que dentre suas mil utilidades, também servem para fazer ligações. Diferente de outros sistemas operacionais que competem neste mercado, o Maemo é baseado no kernel do Linux e propõe uma “nova” abordagem neste mercado onde reina o iPhone com seu sistema caixa preta, “abrindo” o sistema aos usuários e desenvolvedores.

Cada uma das muitas aspas no parágrafo anterior tem um motivo muito específico de ser.

A denominação “computadores de bolso” pode parecer extravagante, mas na realidade vem esclarecer algo que pode não evidente para alguns usuários. Esses aparelhos que hoje vemos no mercado vendidos como celulares, são muito mais do que isto e guardam maior parentesco com essa máquina que você tem na sua escrivaninha do que com aquela que carregava no bolso na virada do milênio.

Não porque estes aparelhos concentram diversas funções além da básica a que se propõem que é realizar chamadas telefônicas, mas porque eles possuem um processador, espaço em disco e memória superiores aquilo que você tinha sobre a sua mesa nos anos 90, com um sistema operacional mais sofisticado do que aquele que você costumava usar, com um teclado e um mouse que servem para que você possa, em tese, usá-lo para realizar mais tarefas do que era possível com aqueles computadores e do que os vendedores dizem ser possível com o seu equipamento. O empecilho é que a maior parte dos vendedores destas máquinas não transfere plenamente a propriedade dos equipamentos aos usuários, restringindo o que eles podem fazer com seus computadores.

Por conta disto, o uso do kernel do Linux e a proposta de um sistema operacional onde o consumidor possui completa liberdade de uso de seu equipamento é uma mudança de paradigma, uma “nova” abordagem. Estas aspas, por sua vez, justificam-se pelo fato de que esta abordagem não é exatamente nova, está por aí há pelo menos 25 anos ou, em termos mercadológicos mais restritos, vem desde o Open Moko.

O sentido de “abrir” pode não parecer tão imediato para o usuário acostumado com softwares fechados ou travados. Apesar de parecer que o seu iPhone é um sistema aberto, no qual você escolhe quais aplicativos quer instalar, que podem até mesmo ser fornecidos por terceiros à Apple, a realidade é que quem faz o controle prévio destes software é a maçã (que recentemente impediu que a Google oferecesse um software para o iPhone) e não são todas as ações de administrador que lhe são permitidas, a não ser que você realize o chamado jailbreak. Em sistemas verdadeiramente abertos o controle do sistema é do usuário, que só está limitado por seu interesse e habilidade. Isto não quer dizer que você precise ser um programador para aproveitar os benefícios de um sistema aberto, já que é possível o benefício indireto dos feitos trabalhados por usuários mais experientes com uma simples “googlada”.

O que mais empolga na notícia é que, diferente do que acontece com o Open Moko, o N900 tem o suporte de uma companhia de grande porte já bem estabelecida no mercado de portáteis. Fosse apenas grande, nada haveria de novo, já que a própria Google baseou seu sistema no Linux, mas no mercado de portáteis a Nokia tem uma penetração que nem se compara com a da iniciante Google. We are growing bigger and bigger…

[dd-wrt]

Sáb, 15 Ago 2009, 226 Andre Deixe um comentário

O propósito deste tutorial é explicar de forma detalhada o procedimento de instalação da firmware aberta dd-wrt em um roteador Linksys WRT54G V8.0. A dd-wrt pertence a uma família de firmwares derivadas do código original da firmware proprietária da Linksys, que, por ser baseada no kernel do Linux, ofendia os termos da GPL, o que forçou a empresa a liberar o código-fonte original. É importante ressaltar que a dd-wrt não é completamente livre e possui alguns binários proprietários, mas ainda assim é melhor, técnica e eticamente falando, do que permanecer com a firmaware original do equipamento.

Antes de mais nada, é bom esclarecer que, embora o dd-wrt e seus congêneres funcionam em uma extensa gama de roteadores de diversas marcas, o arquivo binário, sua versão e o procedimento de instalação variam de acordo com o aparelho. Assim, o presente tutorial é destinado especificamente ao equipamento acima (segundo o wiki o procedimento e softwares são idênticos para a versão 8.2 do mesmo aparelho), se você possui algum outro modelo, procure por instruções específicas ao seu ou então leia as instruções genéricas neste site e siga por sua conta em risco as dicas abaixo. Se você não sabe qual o modelo do seu aparelho, olhe na parte de baixo do mesmo e procure por um adesivo com alguma sigla semelhante.

Ressalvo ainda que o procedimento de mudança de firmware é extremamente delicado, existindo uma chance de que você “bricke” seu aparelho se algo der errado. Além disso, esse procedimento é uma violação do seu contrato com o vendedor do aparelho e compromete a validade de sua garantia, logo se algo de errado acontecer, você está por sua conta. Assim sendo, não me responsabilizo pelos eventuais danos que possam ocorrer por uma má instalação, tudo o que posso garantir é que segui estes exatos passos e instalei a firmware com sucesso e sem dores de cabeça.

Dito isto, vale como o incentivo o fato de que é possível ressuscitar um aparelho “brickado, procedimento que não é o objeto deste post, e também o fato de que o projeto já é um tanto antigo e possui uma robusta comunidade, o que diminui muito a possibilidade que exista um bug não descoberto e ainda garante um suporte caso algo aconteça.

Instalação

Pré-requisitos

Antes de iniciar a instalação da nova firmware no seu aparelho você precisa:

(i) do vxworkskillerGv8v3.bin, disponível no site do projeto;

(ii) da firmware nova, que no caso do aparelho acima, deve ser a versão micro dd-wrt.v24_micro_generic.bin, também disponível no site;

(iii) de um cabo ethernet ligado diretamente à porta 1 do seu roteador (não tente o procedimento via wireless), com todas as demais entradas livres, exceto à que liga o roteador com o modem que pode permanecer conectada;

(iv) configurar a conexão da sua máquina para que use o IP 192.168.1.100; a máscara 255.255.255.0; e a porta de saída 192.168.1.1;

(v) de um navegador de internet (de preferência um que não seja o Firefox/Iceweasel, já que alguns usuários alegaram ser incapazes de realizar o procedimento com ele – eu mesmo não consegui, usei o Arora);

(vi) um aplicativo tftp (no caso do Debian, tive problemas para usar o tftp e consegui realizar a transferência com o atftp).

O modo mais fácil de baixar a versão correta (existem “n” versões do software) dos arquivos acima é pesquisar pelo nome do aparelho wrt54g na página “Supported Hardware“, clicar na versão correta (Linksys WRT54G v. 8.0 – tome cuidado para não confundir com WRT54G-LA V.8) e baixar os softwares da página que aparecerá.

As instruções para configurar a sua conexão com a internet variam de acordo com o sistema operacional/software em uso. Eu uso o Debian com o Wicd para manipular as conexões. Neste software, com o cabo ethernet conectado, basta clicar nas propriedades da conexão e preencher os campos com os números acima. Creio que o procedimento seja praticamente idêntico com o networkmanager, padrão na maior parte das distribuições. Para instruções Windows e OSX, este site contém as instruções de forma bem simples.

O Procedimento

(i) desligue o seu roteador (puxe o cabo de energia);

(ii) realize o chamado reset físico (“hard reset”) 30/30/30. Em linhas simples, você precisa segurar o botão reset que está na parte posterior do aparelho durante trinta segundos enquanto ele está ligado e, sem deixar de segurar o reset, puxar o cabo de força, aguardar mais trinta segundos, religá-lo e esperar por outros trinta segundos e então soltar o botão. Este passo é muito importante, deixar de realizá-lo ou fazê-lo de forma inapropriada é a forma mais fácil de brickar o aparelho quando da execução da nova firmware;

(iii) abra o seu navegador e, na barra de endereços, digite o endereço do roteador, http://192.168.1.1;

(iv) uma tela de atualização da firmware aparecerá, possibilitando que você envie um arquivo, que neste caso deverá ser o vxworkskillerGv8v3.bin. Procure-o na pasta em que você o salvou e envie para a máquina;

(v) Muito importante! Aguarde enquanto o aparelho executa o software, os desenvolvedores indicam dois minutos, mas quanto mais tempo, melhor. Se você tiver sorte (eu não tive), após a execução deste software o navegador apresentará uma tela com uma mensagem dizendo para que você reiniciar o aparelho. Qualquer que seja o caso, após 2 ou 3 minutos, puxe o cabo de força do aparelho e ligue-o novamente;

(vi) Opcional. Faça um ping com o aparelho, para certificar-se de que suas configurações de rede estão corretas (conforme explicado acima) e que você consegue se comunicar com o equipamento. Na linha de comando, informe ping 192.168.1.1 (para encerrar segure CTRL-C);

(vii) Envie a nova firmware usando o tftp. No Debian, realizei isto com o comando atftp --option "mode octet" --verbose -p -l dd-wrt.v24_micro_generic.bin 192.168.1.1. No wiki estão as instruções para o Windows, para o OSX e para Linux genérico.

(viii) Aguarde enquanto a nova firmware é instalada, após sua execução o roteador será reiniciado automaticamente;

(ix) Opcional. Realize novamente um reset físico 30/30/30 (eu não fiz e não tive problemas por isto).

Após a reinicialização do aparelho, você poderá acessá-lo através de seu navegador de internet no endereço padrão http://192.168.1.1, se for pedida uma senha administrativa, o padrão é que o usuário administrador seja o root e a senha admin. Por razões de segurança óbvias, o ideal é que você altere a senha de imediato e, então, comece a configurar o aparelho.

As vantagens técnicas da firmware dd-wrt em relação à padrão do equipamento são inúmeras e foge ao propósito deste post listá-las. Um benefício imediato, no entanto, é poder aumentar a força do sinal transmitido pelas antenas e, assim, conseguir acessar sua rede, sem interrupções ou atrasos, de qualquer parte da sua casa ou até mesmo fora dela. O limite é de 251 mW, mas lembre-se que quanto mais próximo dele, mais será exigido do equipamento, o que pode diminuir sua vida útil. Vale a pena fazer uma pesquisa pela net para explorar melhor esta e outras vantagens do dd-wrt.

[o perigo das patentes]

Qui, 13 Ago 2009, 224 Andre Deixe um comentário

Concordo plenamente com a assertiva de RMS sobre o perigo que as patentes sobre softwares representam para os desenvolvedores deste ramo, não importa se amparados pelo modelo livre ou proprietário. Ainda assim, muito me surpreendeu a notícia de que a M$ foi condenada a arcar com uma indenização no equivalente a U$290 milhões por violar uma patente sobre o formato xml em seu processador de textos Word, bem como a parar sua distribuição nos Estados Unidos.

Quem sabe este caso não sirva como um alerta geral sobre o perigo que as patentes representam. Quem sabe.