[metabloguístico]
O primeiro post tem algo de místico, assim como o primeiro beijo, a primeira transa, a primeira viagem sem os pais. Fiquei matutando um bom tempo no que poderia escrever para inaugurar o meu blog já de sola na porta, mas tudo sempre parecia trivial demais, senso comum demais. Então lembrei-me de uma de minhas aulas de literatura na escola em que um professor chamou-nos a atenção para o fato de que os épicos clássicos têm a característica comum de começarem com a história pelo seu meio, voltar para o começo e então concluí-la.
Claro que não há nada mais trivial do que pegar uma idéia antiga caída em desuso e reutilizá-la como se fosse a coisa mais descolada que há. Não obstante, esta é a maneira que parece-me mais adequada para trazer à tona este blog, ou seja, começarei como se ele já fosse e quem sabe no futuro eu retorno para explicar como ele chegou a sê-lo.
Provavelmente quando eu o fizer, fá-lo-ei de maneira distorcida, inventando alguns dados, omitindo outros, mas isso seria inevitável já que é muito natural que com o tempo a memória torne-se corrompida, distorcida e em seu lugar surja a imaginação para dar liga e estrutura àquilo que já não é. Nem por isso, contudo, o que eu contar será, então, menos ou mais verdadeiro do que aquilo que diria agora.
Enfim, ao mar, navegadores!








É…é como diria Matanza:
Pé na porta e soco na cara…
O que é meu é meu
O que é seu é nosso…
Okey…
lido e sem comentários…
=D
=P
=**
\o/